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domingo, 10 de novembro de 2013

FICHÁRIO [Dissertação] A Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil - Uma questão doutrinária

A implantação do Protestantismo, particularmente do Presbiterianismo, em nossa Pátria foi iniciada pelo missionário Rev. Ashbel Green Simonton no ano de 1859. No quadro existente do século XIX, ainda que o Catolicismo romano estivesse desorganizado e quase na condição de abandono na Sé Romana, mesmo assim era a maior força religiosa. O Presbiterianismo de missão passa a ser um contraponto de opção para os patrícios.
A trajetória do Presbiterianismo, no seu longo processo de implantação, desenvolvimento e estruturação, é marcada por sucessos e rupturas internas. Em 1888, o Presbiterianismo torna-se autônomo administrativamente, dando origem a Igreja Presbiteriana do Brasil. Contudo, o Presbiterianismo não se mantém como um movimento protestante homogêneo  Em 1903, ocorre o primeiro cisma e assim surge, no cenário nacional brasileiro, a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil.
Passados alguns anos, mais precisamente trinta e sete anos, é deflagrado um debate teológico dentro daquela igreja. Os debates representam as tendências e as correntes já existentes ali. O elemento que desencadeia a ruptura é a chamada doutrina das "Penas Eternas".
Além da "pedra de toque" apresentada acima, a presente dissertação apresentará outros aspectos que indiretamente contribuíram para a organização da Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil; e como esta Igreja se consolidou no cenário do Protestantismo nacional.


Palavras-chave: História; História da Igreja; Presbiterianismo de Missão; Intelectualismo;
Confessionalismo; Penas Eternas; Liberalismo Teológico; Fundamentalismo Teológico.


COSTA, Flávio Antônio Alves da. A Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil - uma questão doutrinária. Dissertação (Mestrado em Ciências da Religião). São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie, 2007. [Orientador: Prof. Dr. Antonio Gouvêa Mendonça].


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